Por séculos, a medicina tratou o corpo masculino como padrão e o feminino como exceção, contribuindo para um cenário de diagnósticos tardios, sintomas subestimados e doenças “invisíveis”.
No dia 28 de maio de 1984, na Holanda, foi instituído o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher. Celebrada anualmente, o dia visa promover a saúde física, mental e emocional das mulheres, reforçar a igualdade de gênero no acesso aos serviços de saúde, além de levar conscientizar a sociedade sobre as questões comuns na vida da população feminina.
Atentas aos fatos:
- Até hoje, mulheres são minoria nos estudos clínicos, representando menos de 30% dos participantes.
- Mulheres têm até 75% mais chances de sofrer reações adversas a medicamentos do que os homens.
- Doenças específicas femininas, como a endometriose, levam em média 7 anos para serem diagnosticadas.
- As doenças mais comuns nas mulheres são câncer de mama, endometriose, infecção urinária, câncer no colo do útero, fibromialgia, depressão e obesidade.
No HSVP, a saúde da mulher é levada a sério desde a primeira consulta, com escuta atenta e cuidando, oferecendo especialidades que conversam entre si, como:
- Ginecologia e uroginecologia
- Mastologia
- Cardiologia
- Neurologia
- Endocrinologia
- Reumatologia
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