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Uso de celulares em UTIs colabora para a contaminação por bactérias

Um estudo recente feito pela Universidade de São Paulo (USP) em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e publicado pela revista inglesa “Fronteiras na Saúde Pública” comprovou: o uso de celulares é uma das principais fontes de contaminação por bactérias nesse ambiente.

Em locais com pessoas saudáveis, a maioria desses microrganismos não causaria nenhum tipo de problema a quem tem contato por eles, mas dentro da UTI as bactérias oferecem alto risco por conta da vulnerabilidade dos pacientes.

 “Grande parte da contaminação da UTI é causada por visitantes e profissionais de saúde que trazem bactérias em roupas, jalecos e celulares. O simples ato de pegar o aparelho dentro do ambiente hospitalar controlado pode contaminar a mão de quem o está manipulando, favorecendo o transporte das bactérias”, explica o coordenador da UTI, Guilherme Aguiar.

 Por mais asséptico que seja o ambiente, a possibilidade da contaminação sempre pode estar presente. Por isso é importante a conscientização e a colaboração de quem circula por esses locais.

 “Os profissionais de saúde, familiares e visitantes devem estar atentos e nunca manusear aparelhos celulares dentro de uma UTI. Esses aparelhos costumam carregar diversos tipos de bactérias que não fazem mal a pessoas saudáveis, mas que podem agravar o quadro de saúde de alguém doente”, alega Guilherme.

Além dos celulares, médicos, enfermeiros e técnicos de Enfermagem que lidam diretamente com o paciente internado devem estar alertas ao uso de seus jalecos, que nunca devem ser utilizados fora do ambiente hospitalar, já que também carregam inúmeras bactérias e podem ser um meio importante de contaminação.

Higienização das mãos

Manter esse hábito frequente ajuda a prevenir doenças como Rotavírus, Gastroenterites, Sarna, Salmonella, Gripe, Bronquiolite, Candidíase, Hepatite A, Catapora e Conjuntivite. Ao visitar alguém doente, o cuidado deve ser redobrado: higienize as mãos na chegada e na saída, sempre lavando as palmas, entre os dedos e o dorso das mãos.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), higienizar as mãos corretamente pode reduzir em até 70% os casos de infecção no ambiente hospitalar. A organização recomenda cinco momentos em que a prática deve ser feita por quem lida diretamente com os pacientes. Confira:

  • Antes do contato com o paciente;
  • Antes da realização de procedimento no paciente;
  • Após risco de exposição a fluidos corporais (ex: sangue, saliva, suor, urina);
  • Após o contato com o paciente;
  • Depois do contato com áreas próximas ao paciente.




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