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Uroginecologia: Cuidado especializado para doenças do trato urinário baixo feminino

As doenças do assoalho pélvico afetam cerca de 40% das mulheres com idades entre 60 e 79 anos. Em mulheres entre 40 e 59 anos, a incidência chega a 26%. Os dados são do National Institute of Health, dos Estados Unidos. E, ainda de acordo com a instituição, a porcentagem alcança 50% em mulheres com mais de 80 anos.

Para a coordenadora do serviço de Uroginecologia do HSVP, Rubina Lúcia Fassio, oferecer este tipo de atendimento especializado já é o diferencial. “Doenças como incontinência urinária, cistite e prolapso genital, muitas vezes deixam as mulheres confusas, sem saber bem qual especialista procurar. A Uroginecologia é a resposta certa para atender a essas pacientes, pois reúne as especializações em Urologia e em Ginecologia”, explica.


Entre as principais queixas das pacientes no ambulatório de Uroginecologia estão:

  • incontinência urinária,

  • cistite recorrente,

  • prolapso genital,

  • síndrome da bexiga hiperativa e

  • vulvodínea.

A vergonha em relatar estes problemas a um médico pode causar o agravamento dos casos. “Existe muito constrangimento ao abordar o assunto e muitas pacientes acabam não relatando situações de perda de urina”, afirma a médica, que é membro da Associação Internacional de Uroginecologia (IUGA).

A demora em iniciar o tratamento pode resultar em piora no quadro além de afetar o emocional das pacientes. “Muitas entram em depressão e sofrem com baixa autoestima, mas é importante que elas saibam que essas patologias têm cura”, afirma.

Além de toda a técnica médica utilizada na consulta, a especialista destaca outro diferencial do serviço. “Muitas vezes temos que extrair um relato de maneira delicada, de acordo com o perfil de cada paciente. Na minha especialidade, devemos ter um trato diferenciado, pois estamos falando de temas muito íntimos”.

Há diferentes linhas de tratamento para as patologias do assoalho pélvico, como por exemplo:

  • conservador, com fisioterapia pélvica,

  • medicamentoso hormonal sistêmico ou local,

  • terapia comportamental e

  • cirúrgico.

“Em alguns casos, podemos também utilizar a aplicação de botox ou o implante de dispositivos neuromoduladores para controlar a bexiga. A fisioterapia é uma ferramenta importante e é aconselhada em quase todos os casos”, orienta ela.

Para o diagnóstico de doenças uroginecológicas, os especialistas utilizam exames como:

  • citoscopia – exame de visualização direta para identificar lesões ou alterações da uretra e bexiga. Simples e rápido, é feito em nível ambulatorial, sob anestesia local.

  • urodinâmica – estudo que permite avaliar o funcionamento do trato urinário baixo. Também é realizado em ambulatório, é indolor e demora cerca de 40 minutos.


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