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Saúde ocular x inverno: saiba como cuidar dos seus olhos nessa estação

Você sabia que o inverno é responsável pela proliferação de casos de doenças oculares? O clima seco e a baixa umidade do ar no inverno são gatilhos para o aparecimento de alergias, conjuntivite e a Síndrome do Olho Seco. Durante a estação, os poluentes ficam mais concentrados no ar, prejudicando a saúde dos olhos, que também perdem a lubrificação natural por conta da evaporação da camada aquosa da lágrima causada pelo clima mais seco.

As alergias oculares são reações que acometem os olhos ou as estruturas próximas a ele, como as pálpebras. São causadas, em geral, por poeira, fumaça e ácaros. Os sintomas mais comuns são olhos vermelhos, coceira, lacrimejamento, ardência, fotofobia e irritação. A maioria dos casos acontece em quem tem rinite alérgica, asma ou alergias de pele. O tratamento consiste em identificar e afastar o fator que causa a alergia e também pode ser indicado uso de colírios antialérgicos.

“Vale ressaltar a importância de não coçar os olhos. No mês passado, tivemos uma grande campanha nacional, o Junho Violeta, alertando sobre o risco de ceratocone, problema que afeta a estrutura da córnea, em pacientes alérgicos que têm o hábito de coçar os olhos“, explica a oftalmologista, Luisa Aguiar.

Atenção às conjuntivites

Permanecer mais tempo em ambientes fechados favorece o aparecimento de casos de conjuntivite. A doença pode se manifestar nas formas alérgica, viral e bacteriana, sendo as duas primeiras as mais frequentes.

A conjuntivite alérgica é causada pela exposição a algum fator que provoca irritação, como poeira, pelos de animais, material de limpeza, entre outros. A doença não é contagiosa e, na maioria das vezes, afeta os dois olhos. Os sintomas incluem pálpebras inchadas, coceira intensa, olhos lacrimejantes e vermelhidão.

Altamente contagiosa, a forma viral é adquirida através do contato com outra pessoa contaminada. Começa em um dos olhos e costuma afetar o outro. É comum o paciente estar resfriado quando apresenta conjuntivite viral, pois é o mesmo vírus que provoca as duas doenças. Em geral, é a que leva mais tempo pra ser curada. Forte lacrimejamento, sensação de areia, hiperemia e secreção nos olhos são alguns dos sintomas.

A forma bacteriana é a mais rara e é acompanhada por muita secreção amarelada. Tanto na viral quanto na bacteriana o tratamento costuma ser feito com colírios ou antibióticos apropriados que somente devem ser receitados por um oftalmologista.

Síndrome do Olho Seco

O problema acontece após a exposição à poluição, poeira, ar seco, baixa umidade do ar e lugares fechados com aparelhos de ar-condicionado. A doença diminui a produção de lágrima ou provoca a deficiência em alguns de seus componentes.

Ardência, irritação, coceira, vermelhidão, sensação de areia nos olhos, dificuldade para ficar em ambientes refrigerados ou em frente ao computador, olhos embaçados ao final do dia e sensibilidade à luz são alguns dos sintomas. “O tratamento é feito com o uso de lubrificantes sob prescrição médica e/ou tratamento das alterações da pálpebra”, ressalta Luisa.

Conheça algumas recomendações importantes para evitar essas doenças

  • Mantenha os ambientes arejados e limpos;
  • Lave as mãos antes de colocá-las em contato com os olhos;
  • Não compartilhe toalhas, lenços e maquiagem;
  • Antes de usar mantas, cobertores e roupas guardados há muito tempo, lave-os e seque ao sol;
  • Troque as fronhas dos travesseiros com frequência;
  • Aumente o consumo de líquidos, a fim de se manter sempre hidratado;
  • Capriche na limpeza do filtro do ar-condicionado;
  • Evite ter objetos que acumulem poeira como: cortina, carpete, tapete, bicho de pelúcia, documentos antigos e livros;
  • Se estiver com conjuntivite, não utilize lentes de contato e não coce os olhos para evitar irritações;
  • Evite a exposição a fumaça e/ou alérgenos, pólen, poeira, pelos de animais e cloro de piscina.


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