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Queimadura é coisa séria! 

Com fogo não se brinca. Esse é o mote da edição 2020 da campanha Junho Laranja, criada pela Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ). Este tipo de ferimento está entre os acidentes domésticos mais comuns e, de acordo com a SBQ, cerca de 70% de queimaduras ocorrem dentro de casa. Nesse período de confinamento social, é recomendável redobrar a atenção.

O dermatologista do HSVP Eduardo Falcão observou um aumento da procura por pacientes vítimas de queimaduras causadas pelo aumento do uso do fogão por pessoas que não estavam acostumadas a cozinhar com frequência e pelo uso frequente do álcool líquido 70%. Altamente inflamável, o álcool líquido nessa concentração estava afastado das prateleiras dos supermercados desde 2002, mas teve a comercialização liberada para Anvisa por ser um produto importante no combate à Covid-19.

Me queimei. E agora?

“Em caso de queimadura, a primeira coisa a se fazer é lavar com água corrente a área e retirar o que houver de resíduos sobre o local e também adornos como anéis ou pulseiras que estejam próximos ao local da ferida. Passar manteiga, pasta de dente ou ainda colocar gelo sobre a queimadura pode piorar a situação, irritando ainda mais o local e dificultando a cicatrização”, alerta ele.

A coordenadora da Emergência do HSVP, Ana Flávia Cassini orienta a procurar atendimento se a queimadura for nas mãos, nos pés, na face ou se o paciente inalar fumaça. “Importante ressaltar que a dor não indica a gravidade do ferimento. O que acontece é que as queimaduras que mais provocam dor são as mais superficiais, de primeiro ou segundo grau”, explica ela. “Outra dica importante é nunca tirar a bolha, pois ela cria uma espécie de curativo biológico”, completa.

Falcão ensina ainda que queimaduras leves podem deixar cicatriz ou manchas escuras. Queimaduras maiores ou mais profundas podem provocar perda de líquido, levando a um quadro grave ou ainda causar retração da pele. “Há ainda casos em que a queimadura afeta grande parte de um membro e pode ser necessária uma cirurgia de urgência. Além disso, é preciso estar atento à assepsia do ferimento, pois como a pele fica sem barreira, pode ocorrer uma infecção secundária por bactérias”, adverte o dermatologista. Ele previne ainda após a cicatrização, qualquer queimadura deixa a pele mais sensível ao sol e é importante intensificar a proteção com roupas ou filtro solar.

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