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Proteção máxima para sua pele

Estudos divulgado pela Organização Meteorológica Mundial apontam que a temperatura global não para de subir a cada ano. Nesse cenário de calor intenso, principalmente no município do Rio de Janeiro, cuja sensação térmica no verão ultrapassa os 40° e o índice de radiação ultravioleta chega a níveis extremos, os cuidados com a pele devem ser redobrados para evitar o aparecimento do câncer de pele. Os tumores de pele não melanoma são os mais frequentes no país, tanto em homens quanto em mulheres.
“Esses números tendem a crescer em decorrência do envelhecimento da população e dos hábitos de exposição ao sol. Nas regiões onde a maioria das pessoas têm pele, cabelos e olhos claros, como na Região Sul, ou trabalha em zonas rurais, por exemplo, o número de cânceres de pele ainda é mais significativo”, avalia o dermatologista Eduardo Falcão.


Existem vários tipos de câncer de pele, mas os mais comuns são o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma, que é o de maior agressividade. “A detecção precoce consiste na realização de uma investigação dermatológica detalhada, de preferência uma vez por ano", explica Eduardo. Geralmente o exame de inspeção da pele é realizado a olho nu, com ou sem auxílio de lupas, ou com o uso do dermatoscópio – aparelho para visualização e análise das lesões pigmentares. “Em casos suspeitos, confirmamos o diagnóstico através de uma biopsia de um fragmento de pele com poucos milímetros”, detalha.


Quanto mais cedo o diagnóstico, melhor o prognóstico. No entanto, o tratamento dependerá do tipo de câncer, sua extensão, localização e idade do paciente, entre outros fatores. “Nos tumores não melanoma, por exemplo, a terapêutica pode ser desde medicamentos em creme até a cirurgia”, explica o dermatologista. O aparecimento de sinais como lesões de pele elevadas e brilhantes, avermelhadas ou róseas, pinta preta ou castanha que muda de cor e textura, bordos que se tornam irregulares e aumentam de tamanho já são bons motivos para procurar um dermatologista. “De modo geral, locais do corpo mais expostos aos raios solares são os mais vulneráveis. Por isso, é importante observar com cuidado, principalmente, o rosto e áreas com machucados ou queimaduras antigas”, ressalta.


Prevenção sempre

A melhor forma de combate ao câncer de pele é a prevenção. “Podemos prevenir observando os fatores de risco como histórico familiar, exposição à radiação ultravioleta de forma intermitente e cumulativa, tendência a queimaduras solares, principalmente nos 20 primeiros anos, incapacidade para se bronzear, pele clara e cabelos ruivos ou loiros e pessoas que fazem uso de substâncias imunossupressoras são mais suscetíveis”, afirma. “É bom lembrar que cada fototipo deve se adequar aos cuidados e ao uso de filtros solares. Indivíduos com tom de pele mais clara, por exemplo, devem usar um filtro mais potente. Reaplicar o protetor solar a cada duas horas, usar um vestuário adequado, com proteção UV, e evitar o horário de 10 às 16 horas para se expor ao sol são cuidados que servem para todos”, completa.


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