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Insônia: como vencer esse problema?

Você tem dificuldades para dormir, acorda durante a noite ou antes do horário desejado? Então você pode estar entre 1 dos 3 brasileiros que sofrem de insônia, conforme estimativa da Associação Brasileira do Sono.
Problemas de sono também foram apontados na recente pesquisa Vigitel realizada com 2 mil pessoas pelo Ministério da Saúde para saber o impacto da pandemia do novo coronavírus na saúde. De acordo com o levantamento 41,7% dos entrevistados relataram distúrbios do sono - dificuldade para dormir ou dormir mais do que de costume.
A insônia é desencadeada, principalmente, pelos chamados problemas psicofisiológicos, como ansiedade, preocupação e estresse. Mas a disfunção pode ser causada ainda, por dores corporais, uso de alguns medicamentos e doenças respiratórias e reumáticas.
O chefe do serviço de Neurologia do HSVP, Alexandre Hatum, alerta que dormir bem é necessário para o organismo: “O sono noturno é o momento em que nosso cérebro descansa e, digamos, se recompõe para o dia seguinte. Enquanto dormimos, nosso metabolismo e reações químicas orgânicas entram em ‘stand by’, reequilibrando o funcionamento corporal, o que é fundamental para a saúde”.
Ao contrário, a insônia pode levar a uma série de danos: esquecimentos, doença cardiovascular, depressão, hipertensão, obesidade, dislipidemia, fadiga, ansiedade e até risco aumentado de morte. Quando a situação é persistente, pode provocar também acidentes domésticos, de trabalho ou automobilísticos.

Tipos de insônia

A insônia pode ser classificada de acordo com sua intensidade, frequência e duração. “Em relação à duração, ela pode ser transitória ou aguda, quando costuma estar associada a situações do cotidiano e estresse; crônica, que também é chamada de longo prazo ou intermitente, quando está associada a problemas psiquiátricos como os distúrbios de ansiedade”, esclarece o especialista. A insônia crônica atinge cerca de 40% da população em idade avançada e se tornou um problema de saúde pública, passível de tratamento e acompanhamento médico. Algumas pesquisas apontam que 20 noites sem dormir é sinal de que a falta de sono se tornou crônica.

Quanto aos tipos, a insônia pode ser inicial, de sono entrecortado ou insônia de manutenção ou a de final de noite. As causas podem ser psicológicas, fisiológicas ou ambientais ou ainda estarem associadas a outras patologias. “O fator desencadeador da insônia pode ser emocional ou ser decorrente de uma doença mental ou mesmo física”, acrescenta Hatum.

O diagnóstico é feito pelo médico, a partir da história clínica do paciente (hábitos e aspectos emocionais), buscando identificar o que pode influenciar o sono. A orientação inicial é “evitar costumes que sabidamente podem dificultar uma pessoa a pegar no sono, como ingerir bebidas que contenham cafeína, praticar exercícios físicos ou ficar no celular até tarde”, alerta o especialista do HSVP.

Hatum explica que o tratamento é escolhido de acordo com a causa da insônia, sendo as principais opções a psicoterapia e o tratamento farmacológico.


10 DICAS PARA UMA BOA NOITE DE SONO!

1 – Vá para cama apenas quando estiver com sono.
2 – Não tome café, chá ou outras bebidas e remédios que contenham cafeína 4h antes de dormir.
3 – Refeições pesadas e bebidas alcoólicas antes de dormir não são recomendadas.
4 – Não pratique atividade física perto da hora de dormir.
5 – Evite dormir muito durante o dia. Esse sono pode fazer falta à noite.
6 – Evite o celular e a TV perto da hora de dormir, pois eles despertam a atenção.
7 – Defina um horário para se recolher, inclusive aos fins de semana.
8 – Diminua a exposição à luz à noite.
9 – Busque uma atividade relaxante. O banho quente pode ser uma opção.
10 – Crie um ambiente saudável para dormir: organizado, com baixa ou nenhuma luminosidade e temperatura agradável.


HORAS IDEAIS DE SONO

  • Idosos (65 +): 7 a 8 horas
  • Adultos (26-64 anos): 7 a 9 horas
  • Adolescentes (14-17 anos): 8 a 10 horas
  • Crianças em idade escolar (6-13 anos): 9 a 11 horas
  • Crianças (3-5 anos): 10 a 13 horas
  • Crianças pequenas (1-2 anos): 11 a 14 horas
  • Recém-nascidos e bebês: 14 a 17 horas


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