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Hérnia abdominal: como identificar e tratar o problema

As hérnias abdominais atingem cerca de 20% dos brasileiros, de acordo com a Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal (SBH). A instituição estima que sejam realizadas, ao ano no Brasil, aproximadamente 600 mil cirurgias para correção do problema. A hérnia abdominal ocorre quando um órgão ‘invade’ uma área pela musculatura do abdome, devido a alguma fragilidade ou fraqueza, causando um caroço na região da barriga que pode ou não apresentar dor. “Essa invasão nada mais é do que a passagem de parte de um órgão interno ou parte dele pela parede abdominal. Isso acontece quando essa região está enfraquecida ou apresenta um rompimento muscular. O fato é frequente também nas áreas do umbigo e da virilha, dando origem a diferentes tipos de hérnia”, explica o cirurgião do aparelho digestivo Douglas Bastos, coordenador do Centro Avançado Hepatobiliar do HSVP.

O surgimento de inchaço ou de um caroço na região da barriga pode ser indicativo da hérnia abdominal. “É o que chamamos de saco herniário, a principal característica de que o intestino está rompendo uma musculatura. Geralmente, a hérnia abdominal não causa complicações e muitos pacientes não sentem nada. Nos casos em que os sintomas são evidentes, é preciso buscar ajuda médica o quanto antes. Vale ficar atento a sinais que podem indicar agravamento do problema como dor forte e vermelhidão no abdome ou apenas no lugar do caroço, náuseas e vômitos”, orienta Bastos.


Os tipos mais comuns de hérnia abdominal são a epigástrica, que fica na linha média do abdome, a umbilical e a incisional, que atinge cerca de 15% dos pacientes que se submeteram a cirurgias na região do abdome, segundo estatísticas da SBH. “A principal causa do aparecimento das hérnias abdominais é o excesso de esforço em uma área que já estava enfraquecida. Pessoas que utilizam muito peso em suas atividades físicas ou que carregam mochilas ou bolsas muito pesadas com frequência têm maior risco de ter hérnias. Mulheres que passam por diversas gestações seguidas também têm mais chances de desenvolver hérnias, assim como pessoas que têm tosse forte por períodos prolongados e aquelas que se esforçam para defecar ou urinar”, alerta o cirurgião. Controlar o peso corporal, manter uma alimentação rica em fibras e evitar erguer pesos com frequência são algumas das dicas do especialista para evitar o problema.

Como tratar?

A cirurgia é o método mais utilizado para curar as hérnias abdominais. O procedimento pode ser tradicional, aberto, ou minimamente invasivo, que proporciona recuperação mais rápida do paciente, menor dor local e menor risco de complicações como hemorragia e infecção. Em ambos os casos, o órgão ‘invasor’ é empurrado de volta para dentro do abdome e o orifício por onde havia atravessado é suturado. Em alguns casos, o cirurgião reforça a parede abdominal com uma espécie de tela, desenvolvida com material resistente, para evitar que o problema volte a ocorrer.

Para garantir o sucesso da recuperação, é importante que o paciente evite realizar atividades físicas, levantar pesos acima de 5 kg e dirigir automóveis no pós-operatório.


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