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Hábitos saudáveis, coração feliz

As doenças cardiovasculares, especialmente as que atingem as artérias coronárias, estão no topo das causas de mortalidade. A principal delas, o Infarto Agudo do Miocárdio, mata mais de 17 milhões de pessoas por ano no mundo. No Brasil, as estatísticas do Ministério da Saúde apontam algo em torno de 80 mil óbitos em consequência do problema anualmente, o que significa uma morte a cada três minutos.

Para reduzir esses números alarmantes são necessárias mudanças de hábitos, como praticar atividades físicas, manter uma alimentação saudável e evitar o tabagismo e o consumo abusivo de bebidas alcoólicas. O Dia Mundial do Coração, celebrado em 29 de setembro, ajuda a fomentar a discussão sobre o tema e cria a oportunidade para os especialistas alertarem sobre o controle dos fatores de risco e darem dicas para manter um coração saudável.

“Essas doenças são causadas por placas de aterosclerose que são formadas por depósitos de gordura nas artérias do coração, em geral originadas por maus hábitos do dia a dia”, explica o cardiologista Cyro Vargues Rodrigues, coordenador do setor de Hemodinâmica. Segundo o médico, apenas um fator não depende da conscientização do paciente – a herança genética. “Pessoas que têm familiares diretos, pai ou mãe, que desenvolveram doenças coronárias com epsódios de Infarto estão no grupo de risco e precisam ter cuidado redobrado”, alerta.

Já é comprovado que a adoção de uma vida mais saudável promove benefícios não somente ao coração. Vargues ressalta que o exercício físico regular, por exemplo, melhora os fatores emocional e fisiológico do indivíduo. O mesmo acontece em relação à alimentação, que deve ser livre de gorduras saturadas, evitando, com isso, a obesidade e o sobrepeso.


Cuidado desde cedo

O caminho de busca pela saúde deve ser seguido desde a infância, especialmente quando o assunto é alimentação. “Com a popularização da internet e dos jogos eletrônicos, crianças e adolescentes ficaram estagnados, fazendo pouca ou nenhuma atividade física. Sabemos que problemas cardíacos podem se apresentar de forma precoce, também em função do estilo de vida, desencadeando sintomas ainda na infância”, comenta o especialista.
Os efeitos das doenças cardiovasculares vão além das artérias coronárias, podendo chegar até o cérebro e causar Acidente Vascular Cerebral (AVC). As sequelas das disfunções cardíacas podem alcançar também os membros inferiores do corpo. Mas é no coração que essas doenças têm consequências mais devastadoras. “A dor no peito é o sintoma clássico. Quando a pessoa sente a dor, estando em esforço físico ou em repouso, que é mais grave ainda, deve procurar imediatamente uma emergência hospitalar, principalmente se o desconforto durar mais de 20 minutos. É importante observar outros sintomas associados, como suor excessivo, cansaço, falta de ar e dor no abdômen”, cita o médico.


O setor de cardiologia do HSVP funciona de forma integrada aos serviços de imagem e de tratamento e diagnóstico de alta complexidade, como a Hemodinâmica, por exemplo. “Os casos de urgência e emergência cardiovascular contam com atendimento 24 horas. Temos uma unidade coronariana exclusiva com mais de 20 leitos e uma estrutura que oferece o suporte completo para esses casos”, ressalta Vargues. 

Ouça o seu pulso

As arritmias cardíacas são alterações elétricas que modificam o ritmo das batidas do coração e estão entre os principais problemas cardíacos. Por conta de sua alta prevalência na saúde da população, o setor de Arritmia Cardíaca do HSVP tem investido em educação sobre cuidados médicos para o paciente, dando orientações sobre a importância do autoexame do pulso. O método é capaz de detectar desde doenças simples até uma fibrilação atrial, uma das arritimias mais comuns, que atinge 2,5% da população mundial, o equivalente a cerca de 175 milhões de pessoas, a maioria idosos, e que pode levar a um AVC.

A frequência cardíaca regular deve variar entre 60 e 100 batimentos por minuto. Fora desse padrão, a pessoa deve logo procurar um cardiologista. “É importante fazer constantemente o autoexame. Existem relógios e celulares com dispositivos que medem a pressão arterial e aferem batimentos cardíacos. Esse cuidado é fundamental, principalmente em quem tem mais de 65 anos”, avalia o cardiologista Cláudio Munhoz, chefe do setor de Arritmia Cardíaca do HSVP. O especialista alerta que a ‘luz vermelha’ deve acender quando houver alteração dos batimentos e sintomas como palpitação e sensação de desmaio.


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