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Diabetes: falta de informação prejudica o tratamento

O diabetes afeta cerca de 250 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, mais de 12 milhões de pessoas vivem com a doença que, sem controle, pode provocar problemas cardiovasculares, derrame e até levar à morte. A falta de informação a respeito é um dos principais entraves ao tratamento adequado. Muitas pessoas desconhecem os sintomas e convivem com a doença sem saber. “O diabetes é uma doença silenciosa e mais da metade de quem sofre com ela não sabe que é portador desta condição”, alerta a chefe do nosso serviço de Endocrinologia, Ana Cristina Belsito.

A especialista ressalta que os sintomas como emagrecimento, boca seca, diurese abundante, halitose, perda ou diminuição da força física e prostração costumam aparecer apenas nas fases mais avançadas da doença. “Por esta razão, os exames regulares são tão importantes, para a doença seja diagnosticada precocemente”, orienta.

O diabetes pode ser do tipo 1, também conhecido como insulinodependente, que é mais comum em crianças, adolescentes ou adultos jovens e representa entre 5 e 10% dos casos, ou do tipo 2, no qual o paciente apresenta resistência à insulina. “No diabetes tipo 1, a produção do pâncreas é insuficiente, pois suas células sofrem destruição autoimune. No diabetes tipo 2, que corresponde em 90% dos casos, há duas situações: o paciente não produz insulina suficiente para baixar os níveis de glicose no sangue ou produz, mas o organismo não consegue usá-la adequadamente”, explica a especialista.

Belsito frisa que mais de 50% dos casos de diabetes do tipo 2 podem ser prevenidos  com a adoção de hábitos saudáveis, como alimentação balanceada, prática regular de exercícios físicos, controle de pressão e manutenção de peso adequado. “Além do fator genético, o sedentarismo, os hábitos alimentares inadequados e a obesidade são as principais causas do tipo mais comum de diabetes”, destaca.

Quando não tratado adequadamente, o diabetes pode acarretar complicações graves, como cegueira, amputação de partes do corpo, falência renal e problemas circulatórios, cardíacos e ósseos. “Poucas pessoas conhecem a associação entre osteoporose e diabetes, mas os diabéticos sofrem mais riscos de fraturas, em particular as mulheres”, afirma a chefe do serviço de Endocrinologia do HSVP.


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