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Diabetes: a prevenção é o melhor remédio

Aproximadamente 463 milhões de adultos vivem com diabetes, em todo o mundo. De acordo com a Federação Internacional de Diabetes, este número deve chegar a 578 milhões em 2030 e 700 milhões em 2045. Um levantamento da mesma instituição aponta que o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking da doença no mundo, com cerca de 12,5 milhões de diabéticos. “O diabetes é uma doença crônica que, em muitos casos, está diretamente ligada ao modo de vida da pessoa. Obesidade, sedentarismo e alimentação desregrada são alguns dos fatores que contribuem para o início da doença”, explica a chefe do serviço de Endocrinologia do HSVP, Ana Cristina Belsito.

O principal desafio para os pacientes com a doença é o diagnóstico. “O diabetes é uma doença ‘silenciosa’. Mais da metade dos diabéticos não sabe que é portador dessa condição e, muitas vezes, quando começam a apresentar os sintomas, a doença já está em uma fase mais avançada”, alerta a especialista. Os principais sinais da doença são: emagrecimento, boca seca, diurese abundante, halitose, astenia, prostração. “Sem o devido acompanhamento e controle, a hiperglicemia provocada pelo diabetes pode causar lesões em órgãos como coração, rins, nervos e retina”, alerta a médica.


A endocrinologista explica que o diabetes tipo 1 é decorrente de alterações genéticas e imunológicas que levam à redução ou falência da célula pancreática. Já o diabetes tipo 2 tem causas diversas, como alguns tipos de medicamentos, gestação, obesidade, traumas que acometam o pâncreas, herança genética e outras doenças metabólicas.

Em ambos os casos, o tratamento indicado é dieta específica, com baixa ingestão de açúcares e gorduras e rica em fibras; atividade física regular, medicamentos antidiabéticos orais e, com a evolução da doença, se necessário, o uso de insulina. “A dieta e a prática de exercícios não excluem a necessidade do uso de remédios, mas sabemos que os bons hábitos retardam a evolução da doença e podem até contribuir para reduzir as doses da medicação. Por esta razão, é muito importante que o paciente tenha uma rotina de atividade física regular e siga orientação nutricional para que a evolução clínica seja bem acompanhada”, orienta Ana Belsito.

Algumas pessoas se tornam diabéticas mesmo tendo hábitos saudáveis, mas a maioria precisa modificar o seu estilo de vida. “Iniciar uma atividade física com regularidade e melhorar a qualidade da alimentação são atitudes fundamentais para ajudar no controle metabólico”, ensina a especialista. Entre as dicas de alimentação, ela recomenda o fracionamento do número de calorias diárias em várias refeições pequenas (de 5 a 6 refeições ao dia), melhorando a qualidade dos carboidratos ingeridos e reduzindo gordura.

Além da adoção de um estilo de vida saudável, a realização de exames regulares é fundamental para que o diabetes possa ser detectado numa fase inicial.

Aqui no HSVP, oferecemos estrutura para todas as fases do tratamento do diabetes, desde o diagnóstico precoce até o controle da doença. Marque uma consulta com nossos especialistas e cuide da sua saúde!

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