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26 de Maio - Dia Nacional de Combate ao Glaucoma

Centro Avançado de Oftalmologia do HSVP oferece recursos para diagnóstico, tratamento e cirurgia

O glaucoma é a segunda causa de cegueira no mundo, só perdendo para a catarata. No intuito de conscientizar a população sobre a gravidade do problema, o dia 16 de maio foi instituído como Dia Nacional de Combate ao Glaucoma. O Centro Avançado de Oftalmologia do Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) está equipado com todos os recursos tecnológicos para diagnóstico e tratamento clínico e cirúrgico da doença, que ocorre quando a pressão elevada no interior do olho danifica as fibras do nervo óptico, no decorrer de alguns anos.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), são registrados cerca de 2,4 milhões de novos casos de glaucoma por ano, somando 60 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que a doença atinja 1 milhão de pessoas. Para atender estes pacientes, o HSVP conta com modernos equipamentos para acompanhamento e investigação desta lesão do nervo óptico, incluindo o retinógrafo, que é um exame de imagem que fotografa as áreas do fundo do olho, e o paquímetro, que ajuda a interpretar o valor da pressão intraocular.

Se não for tratado a tempo, o problema – que é mais comum em pessoas acima dos 40 anos e tem o risco triplicado acima dos 70 anos – causa uma perda visual lenta e progressiva, já que, em 80% dos casos, não apresenta sintomas no início. “Glaucoma é uma doença crônica, irreversível e silenciosa. Por isso, é chamado de ‘ladrão silencioso’ da visão. Como a perda da visão tem início na periferia do campo visual, o paciente não percebe. Normalmente, o diagnóstico é feito em consultas de rotina para troca de óculos, por exemplo. Quando sinais mais claros começam a aparecer, já houve comprometimento sério da estrutura ocular. O maior problema relacionado à doença é a busca tardia por ajuda médica”, alerta a oftalmologista Luisa Aguiar, especialista em glaucoma do Centro Avançado de Oftalmologia do HSVP.

O glaucoma não tem cura, mas, na maioria dos casos, pode ser controlado com o tratamento adequado. A Dra. Luisa Aguiar esclarece que, em alguns casos, o tratamento cirúrgico é indicado. “O mais comum é o tratamento clínico, com colírios hipotensores, que diminuem a pressão intraocular. Alguns pacientes podem ser submetidos a procedimentos com laser, iridotomia (para aqueles com glaucoma de ângulo fechado) ou trabeculoplastia (para quem tem glaucoma de ângulo aberto). Ao contrário do que muitos pensam, também existe tratamento cirúrgico. No entanto, o objetivo da cirurgia antiglaucomatosa não é curar, mas sim evitar a progressão, sendo, portanto, uma opção de controle da pressão intraocular, em casos mais avançados ou de difícil controle com tratamento clínico”, esclarece. Todos estes tratamentos estão disponíveis no Centro Avançado de Oftalmologia do HSVP.

 

Fatores de risco

Os grupos de risco incluem pessoas acima dos 40 anos, quem tem alta miopia ou hipertensão ocular, quem faz uso crônico de corticoides, negros, quem tem enxaqueca, indivíduos com hipotensão noturna, quem teve algum trauma ocular ou doenças intraoculares. O fator hereditariedade também deve ser considerado, parentes de primeiro grau de pessoas com glaucoma correm um perigo quatro vezes maior de desenvolver a doença.

Como prevenir?

– A principal forma de prevenção é o diagnóstico precoce;

–  A partir dos 40 anos, é importante realizar uma consulta anual com o oftalmologista para verificar a acuidade visual, pressão intraocular e fundoscopia (exame de fundo de olho), principalmente em pacientes com fatores de risco;

– Em caso de suspeita, é primordial realizar exames complementares como o de campo visual, que auxiliam no diagnóstico;

– Pratique atividades como caminhada, que ajudam no controle da pressão intraocular (peça a opinião do seu oftalmologista antes);

O portador do glaucoma não tratado começa a perder a visão periférica, ou seja, quando olha para a frente, enxerga nitidamente os objetos que estão distantes, porém, não vê o que está nas laterais. Nos estágios mais avançados, a visão central também é atingida e o glaucoma pode evoluir para a cegueira. Por isto, fique atento e previna-se! A lesão só pode ser diagnosticada com uma avaliação oftalmológica criteriosa. Procure um oftalmologista! O Centro Avançado de Oftalmologia do HSVP oferece recursos para diagnóstico, tratamento e cirurgia para que você tenha uma boa saúde ocular. 


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