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Cuide bem do seu coração

Doenças cardiovasculares precisam ser diagnosticadas e tratadas regularmente. A falta de diagnóstico da doença ou a interrupção do tratamento pode levar a riscos para a saúde. Foi justamente o que aconteceu. A pandemia do novo coronavírus afastou pacientes dos consultórios. O resultado foi um aumento no número de mortes em decorrência de doenças cardiovasculares no país nesse período.

Pesquisadores das Universidades Federais de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, do Hospital Alberto Urquiza Wanderley e da Sociedade Brasileira de Cardiologia avaliaram estatísticas de algumas das cidades mais afetadas pela Covid-19. Na comparação entre março e maio de 2019 e o mesmo período de 2020, houve aumento de mortes por doenças cardiovasculares, infartos e AVCs em todas elas. Em Manaus, o crescimento foi de 132%, enquanto que em Belém foi de 87% e em Fortaleza, de 71%. No Rio de Janeiro, o número de mortes por doenças do coração subiu 38% e, em São Paulo, 31%.

No HSVP não foi diferente. “O atendimento de causas cardiológicas, diminuiu consideravelmente durante a pandemia, em particular entre os meses de março a agosto. Pode-se dizer que foi uma queda de cerca de 80% dos atendimentos durante esse período”, relata o cardiologista do Hospital, José Perrota Filho.

As doenças cardiovasculares, afecções do coração e da circulação matam cerca de 1.100 brasileiros todos os dias. Isso representa uma morte a cada 90 segundos. Os dados são da Sociedade Brasileira de Cardiologia que estima que, ao final deste ano, aproximadamente 400 mil cidadãos brasileiros terão falecido em decorrência de problemas do coração.

Rapidez é fundamental

Procurar um atendimento com rapidez pode ser determinante para a recuperação do paciente. “Existe uma máxima que usamos tanto em caso de AVC quanto de infarto agudo do miocárdio: ‘tempo é cérebro e tempo é miocárdio’. Isso quer dizer que quanto antes fizermos o atendimento, melhores as chances de recuperação. No caso do cérebro, menos tecido cerebral se perde, ou seja, o paciente fica com menos sequelas. No caso do coração, há menos risco de arritmias malignas, menos risco de dano miocárdico levando a cardiopatia isquêmica e, no futuro, menos risco de insuficiência cardíaca, além de reduzir o risco de morte”, explica o cardiologista.


Mas como saber que é preciso correr para a Emergência? De acordo com o Dr. Perrota, há vários sinais que indicam que não há tempo a perder: “um deles é a dispneia, falta de ar intensa, mesmo com a pessoa em repouso. Outro sintoma é a dor torácica, que é uma dor atrás do esterno (osso do tórax), em que ocorrem aperto, peso ou queimação. São dores que surgem por esforço e estresse emocional e melhoram com repouso, no caso de angina estável. Mas se depois de 30 minutos, a dor não melhorar e ainda agravar, indica a possibilidade de síndrome coronária aguda”. Ele frisa que tanto no caso da dispneia quanto da dor torácica, é preciso fazer a avaliação médica para o diagnóstico correto. “No caso do AVC, há o déficit focal neurológico, que é quando entorta a boca ou um lado do corpo fica paralisado. Nesse caso, é preciso correr imediatamente, porque o risco é muito maior de ter dano e é preciso prestar atendimento com a maior rapidez possível”, alerta.

Evitar o sedentarismo, o estresse e o excesso de bebidas alcoólicas, manter uma alimentação balanceada e não fumar são algumas das medidas importantes para prevenir doenças do coração. “Recomendo ainda que o paciente visite seu médico regularmente, sobretudo aqueles que estão sob risco e devem ter um acompanhamento mais de perto. Com relação à medicação, é fundamental utilizá-la corretamente e avisar o médico imediatamente caso haja qualquer problema”, adverte o cardiologista.

Coração e Covid-19

Pacientes que tenham doenças cardíacas têm maior risco de complicação, não apenas pela Covid-19, mas por todas as doenças infecciosas, adverte Dr. Perrota. “O novo coronavírus é uma doença que nós ainda estamos conhecendo, ou seja, ela provoca complicações pulmonares, mas também problemas trombóticos, trombembólicos, entre outros. Temos casos de pacientes que desenvolvem doença pericárdica ou miocardite, que é a inflamação do tecido miocárdico. Pacientes que não eram hipertensos passam a ter a pressão alta ou arritmias. É fundamental que todo o paciente que tenha tido Covid-19 seja avaliado depois por um clínico, pneumologista ou cardiologista, para avaliar sua condição”, orienta.

O HSVP tem profissionais renomados em sua equipe de Cardiologista e segue rígidos protocolos de proteção, visando a segurança de pacientes e, claro, das equipes, além de oferecer a modalidade de atendimento remoto, que garante maior conforto e conveniência ao paciente.

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