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Cuidados com a pele: saiba o que os raios UV podem trazer para a sua saúde

É tempo de redobrar os cuidados com a pele! Dia 21 de dezembro começa o verão e com ele vem as altas temperaturas. Se por um lado a exposição à radiação ultravioleta (UV) ajuda na sintetização da vitamina D - agindo positivamente sobre os ossos, glândulas paratireóides, rins e intestino -, os raios UV também podem provocar o fotoenvelhecimento cutâneo e o câncer de pele. O INCA estima que até 2022, sejam registrados 185.380 novos casos de câncer de pele (melanoma, o mais letal; e não melanoma) no país, a cada ano.

“Mais do que nunca, durante o verão, é preciso evitar o sol no período das 10h às 16h, fazer uso diário de filtro solar com fator de proteção superior a 30, reaplicando a cada 2 horas quando em exposição ao sol, além de usar proteção extra, como chapéus e roupas com proteção UV. A dica para quem for à praia é não esquecer a barraca”, alerta o dermatologista do HSVP, Eduardo Falcão.

Embora o câncer de pele não melanoma seja o mais frequente no Brasil e não apresente alta taxa de mortalidade, se não for detectado e tratado adequadamente, pode causar mutilações. Por outro lado, quando diagnosticado e tratado precocemente, tem alta chance de cura, em torno de 90%.

Falcão alerta para alguns sinais que podem indicar lesões suspeitas na pele, como feridas que não cicatrizam ou pintas que crescem, que têm bordas irregulares, com cores diferentes. “Em geral, nos homens, o melanoma é mais comum no tronco e, nas mulheres, nas pernas e no rosto”, adverte o médico. Segundo o dermatologista, pessoas com mais de 40 anos, de pele clara e que tenham história familiar de câncer de pele estão mais propensas a desenvolver o câncer de pele não melanoma.

Conheça os tipos de câncer de pele e as diferenças entre eles!


Carcinoma basocelular
- é o mais recorrente entre a população e o menos agressivo. Surge na camada superior da pele, a epiderme. Tem aparência de feridas, lesões brilhosas ou lesões avermelhadas. Podem ocorrer sangramentos semelhantes ao de pequenos arranhões.

Carcinoma espinocelular – é o segundo tipo mais comum da doença. Surge em células escamosas, principais células estruturais da epiderme. Se caracteriza por lesões avermelhadas com escamas e elevadas. Pode ser mais agressivo, principalmente quando o diagnóstico demora a ser feito. É mais comum em áreas expostas ao sol e em pessoas de pele clara.

Melanoma - é o tipo mais raro e, também, o mais agressivo. Geralmente, tem aparência semelhante à de uma pinta, com alterações no formato, tamanho ou cor.


Veja, abaixo, os mitos e verdades sobre a doença!

1 – A única coisa que se deve considerar ao comprar um protetor solar é o FPS?

Mito. O fator de proteção solar (FPS) indica o tempo máximo de exposição ao sol sem produzir vermelhidão, causada pelos raios UVB. O melhor protetor é o que tem proteção para os raios UVB e UVA. Dê preferência a protetores com PPD ou FPUVA, que protegem sua pele da exposição ao raio UVA. A conceituação do PPD pode ser feita através de cruzes (+) ou números. Portanto, quanto mais sinal (+++), maior a proteção. E atenção! Não esqueça de proteger toda a pele dos raios solares, inclusive orelhas, nuca, pés, tornozelos e costas das mãos.

2 – É preciso usar protetor em dias nublados?

Verdade. Os raios ultravioletas, principalmente o UVA, estão presentes na mesma intensidade em dias nublados. O uso de protetor solar é indispensável.

3 – Passando protetor estou totalmente seguro ao me expor ao sol?

Mito. Os produtos não conseguem 100% de proteção aos raios solares. Portanto, o melhor é tomar sol com moderação; nada de excessos.

4 – Quem tem pele, cabelo e olhos claros corre maior risco de ter câncer de pele?

Verdade. As pessoas morenas produzem mais melanina, que protege a pele. Já as pessoas claras são mais sensíveis ao sol.

5 – O filtro solar não precisa ser usado na sombra?

Mito. Mesmo na sombra é preciso passar o protetor solar, pois não estamos livres dos raios ultravioletas.

6 – Não preciso passar protetor solar ficando embaixo da barraca?

Mito. Até debaixo do guarda-sol é necessária a proteção solar, pois a água do mar e a areia refletem a radiação solar expondo a pele aos raios UV.

7 – Pessoas da cor da pele preta não precisam usar protetor solar?

Mito. Independentemente da cor da pele, todas as pessoas têm de usar protetor solar para se proteger. Apesar de ser menos comum, pessoas de pele negra podem desenvolver câncer de pele.

8 – O câncer de pele só se desenvolve em regiões expostas ao sol?

Mito. Melanomas, principalmente, podem surgir em qualquer área do corpo, como genitais, glúteos, couro cabeludo e entre os dedos.

9 - Toda pinta escura é câncer de pele?

Mito. A pinta precisa ser examinada pelo dermatologista para avaliação. Somente após esta avaliação o especialista indicará a retirada ou não da pinta. É preciso atenção com pintas que coçam, que crescem, que sangram.

10 - Câncer não-melanoma pode evoluir para melanoma?

Mito. São lesões distintas. Mas quando a pessoa tem um câncer não-melanoma é sinal de que abusou do sol e que possui risco maior de ter um melanoma, então precisa ficar sempre atenta.

11 – Melanoma não tem cura?

Mito. O importante é o diagnóstico em estágios iniciais, quando a cirurgia cura o melanoma. Hoje já há tratamentos inclusive para estágios mais avançados, mas quanto antes começar o tratamento, melhor.

12 – Quem tem muitas pintas ou histórico familiar de câncer de pele corre mais riscos?

Verdade. Pessoas com histórico familiar ou que tenham de 50 a 100 pintas no corpo devem ser avaliadas com maior frequência. Elas precisam ficar ainda mais atentas aos cuidados com o sol.


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