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Creatinina alta é sinal de problema renal

A importância da medição da creatinina no sangue é o ponto alto da campanha 2020 do Dia Mundial do Rim, idealizada pela Sociedade Internacional de Nefrologia e promovida no Brasil pela Sociedade Brasileira de Nefrologia. O aumento do nível de creatinina no sangue é um alerta de que há alterações na função renal.
“Quando os rins não trabalham adequadamente e não são capazes de filtrar o sangue, a concentração de creatinina aumenta, o que é um indicador de insuficiência renal”, explica a nefrologista Deise de Boni, responsável pelos serviços de Nefrologia e Diálise do Hospital São Vicente de Paulo.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia, 850 milhões de pessoas sofrem de doenças renais em todo o mundo. Cerca de 2,4 milhões de pessoas morrem a cada ano devido à Doença Renal Crônica. “No Brasil, uma em cada dez pessoas terá algum tipo de doença renal, mas muitas nem imaginam porque ela é silenciosa”, alerta a nefrologista.



A especialista esclarece que a principal função dos rins é filtrar o sangue para controlar a quantidade de água e de sal no corpo, eliminar toxinas, ajudar no controle da hipertensão arterial, além de produzir hormônios que impedem a anemia e a descalcificação óssea.

Mas o que é a creatinina?

A creatinina é o resultado do metabolismo da creatina, que é produzida no fígado, rins e pâncreas e transportada para os músculos e cérebro onde se transforma em creatina fosfato. Também chamada de fosfocreatina, ela é o combustível para o funcionamento dos músculos. O que sobra dessa queima é a creatinina, que é lançada na corrente sanguínea e depois eliminada pelos rins. Quando essa eliminação não é eficaz, a pessoa apresenta um aumento nos níveis de creatinina.
“Se os rins não estão eliminando a creatinina adequadamente, eles provavelmente terão dificuldades para filtrar outras toxinas também. Daí, a importância do controle da creatinina por meio da realização do exame de sangue para a detecção de problemas renais precocemente, evitando complicações”, afirma a médica.
Entre os fatores de risco para as doenças renais estão hipertensão arterial, diabetes, rins policísticos, glomerulonefrite, infecções urinárias, cálculos renais de repetição, insuficiência cardíaca e histórico familiar de doenças renais, além de obesidade, tabagismo e uso de anti-inflamatórios e medicações tóxicas.


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