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Sono: como ele pode afetar a sua saúde?

Se você tem esquecimentos frequentes, falta de desejo sexual, compulsão por comida, irritação ou cansaço em demasia e está se perguntando qual a causa, a resposta para tudo isso pode estar na baixa qualidade do seu sono.

De acordo com a Associação Brasileira do Sono (Absono), cerca de 45% dos brasileiros sofrem com algum problema de sono, gerando prejuízos para a saúde física e mental. “De um modo geral, um adulto necessita de 7 a 8 horas de sono por noite, podendo variar para mais ou para menos. Mas além da quantidade de horas dormidas, a qualidade é de extrema importância. É durante o sono que o organismo se recompõe das tarefas do dia; nossos sistemas endócrino e imunológico se reequilibram, o que é fundamental para a saúde”, diz a neurologista do HSVP, Debora Szklarz.

A falta de sono, segundo a médica, pode afetar o desempenho intelectual, o humor, a memória e até o controle do peso corporal. Um estudo do King's College London (Inglaterra) já demonstrou que pessoas que têm problemas de sono consomem, em média, 385 Kcal a mais por dia do que as que possuem sono regular, o equivalente a quatro fatias e meia de pão, diariamente. 

De acordo com Debora, “abdicar do sono pode baixar a imunidade e deixar o indivíduo mais vulnerável a doenças como hipertensão arterial, diabetes e depressão. O sono reparador é essencial para um envelhecimento saudável, reduzindo muito o risco de doenças neurodegenerativas, como o Mal de Alzheimer.”

A falta de sono acumulada pode gerar ainda mais problemas. Foi o que apontou outro estudo do Instituto de Neurociências e Psicologia Comportamental da Califórnia (EUA). O chamado débito do sono é proveniente do sono insuficiente associado de vários dias e pode afetar fortemente a saúde mental, provocando sentimentos de raiva, irritabilidade, agressão e temperamento explosivo. “Essas emoções podem levar a problemas de ansiedade e depressão, entre outros”, salienta a neurologista.

Covid

Recente pesquisa do Ministério da Saúde apontou que 41,7% dos entrevistados admitiram ter dificuldades para dormir por conta da pandemia do novo coronavírus. “O isolamento social acabou mexendo muito com o emocional das pessoas, elevando o grau de preocupação e, consequentemente, provocando distúrbios do sono. O mais indicado para fugir desse problema é estabelecer rotinas diurnas e noturnas, já que os limites de trabalho, escola e afazeres domésticos e familiares se misturaram, sem limites”, recomenda a neurologista.

Recente pesquisa do Ministério da Saúde apontou que 41,7% dos entrevistados admitiram ter dificuldades para dormir por conta da pandemia do novo coronavírus. “O isolamento social acabou mexendo muito com o lado emocional das pessoas, elevando o grau de preocupação e, consequentemente, provocando distúrbios do sono, como insônia e pesadelos. O mais indicado para fugir desse problema é estabelecer rotinas diurnas e noturnas, já que os limites de trabalho, escola e afazeres domésticos e familiares se misturaram, sem limites. E atenção especial ao uso em excesso de celulares fora do horário de home office!”, alerta a neurologista.

A Absono criou uma cartinha com dicas para rotinas diurnas e noturnas. Veja as recomendações!

Fonte: Absono

Fonte: Absono


 Absono também está fazendo uma pesquisa sobre o sono com a população. Quer participar? Acesse https://bit.ly/3aiKuuK.


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