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Anemia: sinal de que algo não vai bem   

Palidez, cansaço, tontura, palpitação e taquicardia. Esse conjunto de sintomas tão diverso pode significar um quadro já conhecido por muitos pacientes: a anemia. O problema pode se apresentar de diversas formas, sendo a mais comum a anemia ferropriva, que atinge mais de 90% dos anêmicos.

As anemias podem ser agudas ou crônicas, adquiridas ou até mesmo hereditárias. As agudas ocorrem quando há uma grande e acelerada perda de sangue, como, por exemplo, em acidentes ou cirurgias. As crônicas têm como causa doenças de base, como a Talassemia e a Anemia Falciforme, que são hereditárias. Já as adquiridas estão relacionadas a doenças autoimunes ou a questões nutricionais. Entre essas está a anemia ferropriva, decorrente da deficiência de ferro e que atinge, principalmente, mulheres jovens devido à perda mensal de sangue pela menstruação e em períodos como gestação, parto e lactação. Existem, ainda, as anemias provocadas por carência de vitamina B12 ou de ácido fólico. “Apesar de bastante corriqueiras, ainda há muitas dúvidas a respeito do que são de fato e o que provoca as anemias”, explica Juliana Passos, hematologista do HSVP. A médica destaca também os casos de anemia grave pós-bariátrica. “É fundamental que todos os pacientes submetidos a esse tipo de cirurgia sejam acompanhados após o procedimento. Com isso, evitamos o risco de desenvolverem anemia por deficiência de ferro ou de vitamina B12 por consequência da dificuldade de absorção dessas substâncias provocada pela cirurgia”, frisa a especialista.


Diagnóstico simples

O diagnóstico dos vários tipos de anemia é feito através do hemograma, que sinaliza um baixo número de glóbulos vermelhos ou uma quantidade inferior de hemoglobina, que é a proteína que transporta o oxigênio dentro dos glóbulos vermelhos. Já o tratamento do problema é determinado pela doença de base que provocou a deficiência de produção ou a destruição das hemácias. “A anemia pode até não ser grave, mas funciona como um alerta para questões mais sérias. Ela é o resultado de um outro problema, que pode ser simples, como uma dieta desequilibrada, ou mais sério, como insuficiência renal crônica, gastrites e até mesmo câncer”, destaca a hematologista.

Se alimentar bem é a melhor prevenção

Prevenir é sempre melhor do que remediar e uma das dicas da especialista é optar por uma alimentação saudável e variada para evitar as anemias provocadas por carência nutricional. Sintomas como palidez, gengivas esbranquiçadas e unhas sem cor também podem ser sinal de anemia. Percebeu alguma dessas alterações? Procure seu médico para obter um diagnóstico mais preciso e o tratamento, caso seja necessário.



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