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Imunoterapia: Defesa natural do corpo em prol da cura

O sistema imunológico trabalha de forma incansável para combater os invasores que tentam a todo momento atacar o organismo. Mas, por motivos ainda pouco conhecidos, essa complexa rede de proteção ignora as células cancerígenas. Um dos principais avanços nos últimos anos no tratamento do câncer, a imunoterapia, atua exatamente estimulando essa defesa natural do corpo utilizando medicações ou substâncias feitas de organismos vivos como glóbulos brancos, órgãos e tecidos do sistema linfático.

A imunoterapia “ensina” o sistema imunológico a reconhecer o tumor como um invasor a ser combatido. Dessa forma, essa proteção natural é ativada, permitindo não apenas o reconhecimento da célula doente, mas também despertando a autodefesa do organismo e estimulando que ele iniba o crescimento e a disseminação do tumor ou mesmo o destrua.

“Como essa terapia apenas estimula o sistema imunológico, o médico pode indicar um tratamento complementar que forneça ao organismo proteínas para tornar esse sistema mais eficaz, associando outros medicamentos para acelerar o combate à doença. Essa associação é feita para tratar tumores de alta prevalência como câncer de pulmão e câncer de mama, por exemplo”, esclarece a hematologista e oncologista do HSVP, Christiane Secco.


Nova terapia veio para ficar

Disponibilizada pelo HSVP desde a sua aprovação pela Anvisa, em 2018, a imunoterapia também pode ser usada de forma isolada. “Nos casos de câncer no rim, melanoma e algumas leucemias e linfomas, a imunoterapia é a terapia de primeira linha, sem outras combinações”, ressalta a médica.

Segundo ela, a imunoterapia veio para ficar e agregar valor ao tratamento oncológico. “Estamos aprendendo a lidar com seus efeitos colaterais, que não são poucos e estão relacionados também com a ativação do sistema imunológico do organismo humano. Certamente teremos protocolos mais precisos para controle desses efeitos no futuro”, reforça Secco.





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