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Câncer de cabeça e pescoço: diagnóstico precoce aumenta as chances de cura

27 de julho é celebrado em todo o mundo como o dia da conscientização sobre o câncer de cabeça e pescoço, o nono tipo mais comum no mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, esse é o segundo tipo de câncer que mais acomete homens. Dados do Inca, revelam que são registrados cerca de 41 mil novos casos a cada ano.

O câncer de cabeça e pescoço abrange tumores de lábios, cavidade oral, faringe, laringe, cavidade nasal e tireoide. No Brasil, esses tumores apresentam alto índice de mortalidade, mas o coordenador do Centro de Oncologia do HSVP, Décio Lerner, ressalta que quando detectado precocemente, essas neoplasias têm chances de cura superiores a 70%.

“Muitas vezes, os pacientes só procuram atendimento quando a doença já está em estágio avançado, o que prejudica o tratamento. O ideal é procurar um especialista aos primeiros sinais de que algo não vai bem na região da cabeça ou do pescoço. O nosso maior desafio nesse caso é conseguir fazer o diagnóstico precoce, até porque não há protocolos de rastreio como temos para outros tipos de câncer”, adverte o oncologista.

O especialista alerta que ao detectar sintomas como rouquidão prolongada, nódulo no pescoço, feridas que não cicatrizam ou dificuldade para engolir podem ser indicativos de câncer e devem ser investigados. Entre os principais fatores de risco estão o tabagismo, o consumo de álcool e, mais recentemente, a infecção pelo vírus HPV, transmitido sexualmente. ‘Presente na cavidade oral, o HPV tem sido a maior causa de câncer na região da orofaringe e pescoço, principalmente em homens jovens, sem outros fatores de risco associados”, acrescenta.


Lerner destaca ainda que apesar de terem uma designação em comum, os cânceres de cabeça e pescoço são bem diversos entre si e representam doenças diferentes que demandam tratamentos variados. “Cada médico irá definir qual o melhor tratamento em cada caso, dependendo do estado do paciente, do tipo de tumor e seu estadiamento, entre outros fatores. Essas opções podem incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia e, em muitos casos, esses tratamentos deverão ser combinados para um melhor resultado”, explica.

O HSVP possui estrutura completa para o atendimento de pacientes oncológicos, desde o primeiro atendimento ambulatorial e diagnóstico por meio de exames sofisticados em equipamentos de última geração, até a realização de procedimentos cirúrgicos, caso necessários, ou tratamentos como quimio e radioterapia. “Aqui no Centro de Oncologia oferecemos atendimento integral em um só lugar e com o acompanhamento da mesma equipe. Isso é muito importante para garantir que o paciente se sinta seguro e amparado em um momento tão delicado como quando recebe um diagnóstico de câncer”, afirma.

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