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A prevenção é todo dia.

De acordo com o último Relatório de Monitoramento Clínico do HIV do Ministério da Saúde, divulgado em novembro de 2017, o número de pessoas diagnosticadas com a AIDS no Brasil aumentou 18% desde 2012. A doença costuma ser assintomática até evoluir. Algumas semanas depois da infecção pelo HIV (vírus da imunodeficiência humana), podem ocorrer sintomas semelhantes aos da gripe, como febre, dor de garganta e fadiga. Os sintomas da doença incluem perda de peso, febre ou sudorese noturna e infecções recorrentes.

Conheça alguns mitos e verdades sobre a doença

Todo portador do HIV tem AIDS. Mito. Um portador do HIV passa a ser considerado doente de AIDS quando apresenta a deterioração do sistema imunológico. O vírus da imunodeficiência humana ataca os linfócitos, que produzem anticorpos. Mas, mesmo sem manifestação da doença a pessoa pode transmitir o vírus por relações sexuais, compartilhamento de agulhas ou da mãe para o feto.

O diagnóstico é feito apenas pelo exame de sangue. Verdade. Há dois métodos: o exame convencional (Elisa) e o teste rápido em uma gota de sangue. As duas metodologias permitem detectar a presença de anticorpos contra o vírus HIV. Se der positivo ou reagente, é feito outro teste para confirmar o resultado, o Western Blot, que procura fragmentos do HIV, ou o PCR, que localiza material genético do vírus. O exame pode ser realizado nos postos de saúde por qualquer pessoa que desconfie de exposição ao vírus (não usou preservativo no sexo com alguém que use drogas injetáveis, por exemplo).

Se o exame der negativo, posso respirar aliviado. Mito. Pode ser um falso negativo. Os testes aplicados dosam anticorpos contra o vírus. Se o contato for recente, você pode estar no que os especialistas chamam de janela imunológica, período em que a produção de anticorpos contra o HIV é insuficiente para ser detectada.

É preciso haver penetração sexual para transmitir o vírus. Mito. Atualmente, a principal via de transmissão é sexual, portanto o maior cuidado é usar preservativo em todos os momentos da relação, seja ela homo ou heterossexual. Outros cuidados importantes: não compartilhar seringas, agulhas e objetos cortantes e escolher com o máximo de critério dentistas, manicures e locais para a realização de tatuagem.

Fontes: Revista Boa Forma/Estadão

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